terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Na contramão do fanatismo

Um Islã tolerante confronta o extremismo no país de maior população muçulmana no mundo.

A mesquita nacional em Jacarta pode receber 120 mil fiéis. Mercadores árabes trouxeram o islamismo para a região há mil anos. Hoje, 86% dos 240 milhões de indonésios são muçulmanos, a maioria sunita.
Foto de James Nachtwey

Peregrinos em trajes que simbolizam a pureza e a igualdade perante Deus preparam-se para ir a Meca. No ano passado cerca de 200 mil indonésios fizeram a hajj mais que qualquer outra nação, exceto a Arábia Saudita.
Foto de James Nachtwey

Um aluno cego lê na Yayasan Raudlatul Makfufin, uma escola e fundação no sul de Jacarta que distribui volumes do Corão em braile de graça. Instituições beneficentes islâmicas como essa formam parte da rede de segurança para indonésios menos afortunados.
Foto de James Nachtwey

Mukhlas, membro de um grupo aliado à Al Qaeda, antes de sua execução, em 2008. Em 2002, ele ajudou a tramar as explosões que mataram 202 pessoas em Bali. Outros ataques vieram depois, como explosões em julho passado. A polícia prendeu ou matou vários ativistas, entre eles dois irmãos de Mukhlas.
Foto de James Nachtwey

Alunos da Pesantren Al-Mukmin, internato islâmico no vilarejo de Ngruki, na região central de Java, aprendem um tipo extremista de islã. A escola foi fundada pelo famoso militante Abu Bakar Baasyir, cujos sermões supostamente inspiraram ex-alunos a se juntar a grupos responsáveis por vários ataques terroristas ao longo da última década.
Foto de James Nachtwey

O comércio faz uma pausa para as rezas do meio-dia em um banco de Jacarta.
Foto de James Nachtwey

De frente para o nascer do sol, mulheres da comuna de An-Nadzir iniciam a Festa do Sacrifício, na qual os muçulmanos celebram o relato corânico de como Deus poupou o profeta Ismael. Quando o sol se ergue, as preces juntam-se a um coro de muçulmanos, fundamentalistas e moderados: "Allah akbar" (Deus é grande).
Foto de James Nachtwey

National Geographic Brasil

3 comentários:

Manuel Cardoso disse...

Eduardo
venho agradecer a atribuição do selinho, facto que muito me alegrou uma vez que tenho o seu blog como um dos meus favoritos.
Quero agradecer-lhe este trabalho que tem feito e, como professor de História aqui em Portugal, devo dizer que o admiro imenso.
Um abraço luso!

Artur Ricardo - Historiador disse...

PARABÉNS PELA MATÉRIA. NOS MOSTRA CLARAMENTE A CULTURA E AS IDEIAS DO MUNDO ISLÃ. TUDO EM EXCESSO TORNA-SE FANATISMO E TODO FANATISMO GERA MORTE E DISSEMINA O MAL NO MUNDO.

Fernanda disse...

aqui esta um assunto em que penso muitas vezes, porque infelizmente a guerra e a religiao comandam a sociedade em qualquer parte do mundo. Mas o fanatismo me amedronta. Ate onde pode ir uma mente fanatica?
O que os faz mover? Sera que sentem todo o resto da vida que faz o mundo girar? parabens pelos assuntos que expoe